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Metodologia aberta

Dívida líquida / EBITDA

Dívida líquida / EBITDA

Fórmulas: - Dívida bruta = 2.01.04 + 2.02.01 (empréstimos e financiamentos, circulante e não circulante, incluindo debêntures e — desde 2019/IFRS 16 — arrendamentos) - Dívida líquida = Dívida bruta − Caixa (1.01.01) − Aplicações financeiras (1.01.02) - EBITDA = EBIT (3.05) + D&A - DL/EBITDA = Dívida líquida / EBITDA

De onde vem o D&A (a parte honesta)

Depreciação/amortização não tem conta fixa no plano padronizado da CVM. Extraímos da DFC método indireto (bloco 6.01): somamos as linhas cuja descrição contém "deprecia", "amortiza" ou "exaust", tomando só as linhas mais profundas (pai e filho nunca contam duas vezes). As contas exatas usadas ficam gravadas em fato.origem, empresa a empresa, ano a ano.

Travas declaradas (cada uma vira flag): - Empresa sem DFC método indireto no ano → D&A nulo → EBITDA e DL/EBITDA nulos, flag sem_da_na_dfc. Não estimamos. - EBITDA ≤ 0 → DL/EBITDA não é publicado (flag ebitda_nao_positivo).

Limitação declarada: esse "EBITDA" é o contábil reconstituído (EBIT + D&A da DFC), não o "EBITDA ajustado" dos releases das companhias — que cada empresa define de um jeito e por isso não é comparável.

Fonte, tratamento e limitações gerais: ver fontes_e_padronizacao.md.