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Metodologia aberta

Classificação setorial — 10 macro-setores

Classificação setorial — 10 macro-setores

A B3 tem centenas de empresas e o cadastro da CVM as classifica em 70 setores de atividade (SETOR_ATIV) — granular e ruidoso demais para comparar setores, e cheio de rótulos como "Emp. Adm. Part. - Energia Elétrica" (holdings) e "Securitização de Recebíveis" (veículos). Para os rankings e a visão por setor, dobramos esses 70 em 10 macro-setores padrão (linha GICS/B3):

Financeiro · Petróleo e Gás · Materiais Básicos · Bens Industriais · Consumo Cíclico · Consumo não-Cíclico · Utilidade Pública · Saúde · Tecnologia e Comunicação · Holdings/Diversificado.

Como (auditável): o mapeamento é por palavra-chave sobre o SETOR_ATIV do cadastro (robusto às abreviações que a CVM usa), com regra explícita e ordem definida — a primeira que casa vence. Está aberto em dados_b3/setores.py. Cada empresa carrega o setor de origem, então dá para conferir a classificação uma a uma.

Regras de curadoria declaradas: - Holdings de setor-fim ("Emp. Adm. Part. - Energia Elétrica") caem no setor-fim (Energia → Utilidade Pública). Só as "Sem Setor Principal" viram Holdings/Diversificado. - Construção Civil entra em Consumo Cíclico (segue a B3: incorporadoras são consumo cíclico), não num setor imobiliário à parte. - Petroquímicos entram em Materiais Básicos (químicos), separados de Petróleo e Gás (exploração e produção).

Setor que aparecer no cadastro e não casar nenhuma regra fica sem classificação de propósito — a ausência reprova o teste de cobertura, em vez de cair num balde errado em silêncio. É a mesma disciplina do resto do banco: número (ou rótulo) que não passou fica de fora, não é chutado.