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Transparência
Transparência — como você confere os números você mesmo
Versão do dado 2026-09-14-etfs · página gerada em 2026-09-22 12:36 UTC. Se isto não bater com o /saude, você está lendo uma cópia em cache.
O que é conferido, antes de cada publicação — 367 testes automáticos, coletados ao vivo
22 são invariantes de DADO (o número fecha?) e 120 são de produto — gate de acesso, navegação, idioma, conector de IA. Chamar os 367 de 'invariantes' seria inflar: a divisão é conferível na própria lista. Não é uma seleção à mão dos melhores exemplos: cada teste abaixo foi achado agora, introspectando os arquivos de teste de verdade, do mesmo jeito que pytest --collect-only acharia. Agrupados pelo que protegem, não pelo arquivo onde moram.
Nível 1 — Integridade: o dado fecha? (13)
I-Q01— Ágio/deságio = fechamento ÷ cota − 1 SÓ no dia em que os dois existem.I-Q02— O documento do dia D traz o mês até D.I-Q03— As contas de resultado do COFI acumulam no exercício.I-Q04— Um ETF existe para o site quando (a) a CVM o registra como classe FIIM, (b) a B3 o lista com sigla e devolve o CNPJ no detalhe e (c) o ticker negociou no COTAHIST.I-Q05— A página do ETF de degustação (BOVA11) e o hub /etfs abrem em HTML sem chave e sem script, com a moldura do site, âncoras só para seção que existe, o ágio do MESMO dia e a taxa dita como EFETIVA; o JSON pela mesma URL só com chave ou Accept explícito; ticker inexistente é 404. O hub diz o número de ETFs e ele bate com a tabela.I-Q06— Duas fontes, um número: as COTAS EM CIRCULAÇÃO do balancete (FNET, plano COFI) vezes a cota do último dia do mês (informe diário) têm de bater com o PL daquele dia no informe, dentro de 1%.I-Q17— Quando um ranking de ETF não tem ninguém, a página DIZ por que, com a data em que a série começa — não some da tela.I-Q22— Cada rodada do backfill pula os documentos do FNET cujo id já está no banco.I-Q09— O Informe Diário do FNET (HTML latin-1) sai com competência, CNPJ e um dia por linha — cota, captação, resgate, PL, total da carteira, cotistas — conferido contra o documento real do BOVA11.I-Q10— O Balancete do FNET (plano COFI) sai como {conta: (descrição, saldo)} para TODAS as contas, conferido contra o documento real (118 contas).I-Q11— Do registro RCVM 175 da CVM saem SÓ as classes de fundo de índice (FIIM), com CNPJ de 14 dígitos; os outros tipos ficam de fora.I-Q12— A carteira (CDA cda_fie) sai por posição com competência no 1º dia do mês, números com ponto decimal, filtrável por CNPJ.I-Q21— As três contas de cotas do balancete vão para o banco COMO O DOCUMENTO AS DECLARA — sem escolher convenção.
Nível 2 — Semântica: a conta significa o que o cálculo supõe? (9)
I-Q18— Pedir um mês ANTIGO ao FNET não encolhe a janela de entrega.I-Q19— Pedir só balancete não baixa informe diário.I-Q20— O orçamento de tempo do backfill vale DENTRO da listagem, não só entre os meses.I-Q07— Número brasileiro ('13.919.737.980,15') vira float; vazio ou inválido vira None, nunca exceção.I-Q08— Data brasileira ('11/09/2026 20:27') vira ISO; inválida vira None.I-Q13— A lista de ETFs da B3 é lida mesmo quando o JSON vem duplamente codificado.I-Q14— O detalhe da B3 devolve ticker, CNPJ, gestor, escriturador e nº de cotas; corpo vazio devolve None.I-Q15— A busca do FNET sai com id, tipo, data de referência (mês do balancete vira 1º dia) e data de entrega.I-Q16— O índice é inferido do NOME do fundo por regras declaradas, da mais específica para a mais genérica; nome sem pista devolve None, não um chute.
Nível 3 — Econômico: o resultado é possível no mundo real? (0)
Outros testes do produto (0)
Gate comercial, navegação e o conector MCP — testam se o produto funciona, não se um número está certo, então não entram nos 3 níveis acima por natureza. Contados e listados do mesmo jeito:
Reconstrua você mesmo — margem líquida de 5 empresas, 4 setores
Não pedimos que você confie nos números. Eis a margem líquida de cinco empresas de quatro setores diferentes, cada uma reconstruída direto do balanço anual (DFP) na CVM — lucro líquido ÷ receita, batendo exatamente com o valor publicado. Para QUALQUER indicador, de qualquer empresa, a cadeia inteira até a linha do arquivo da CVM está em /linhagem:
| Empresa · setor | Lucro líq. (conta CVM) | Receita (conta CVM) | Margem =÷ |
|---|---|---|---|
| WEGE3 · indústria | R$ 6,78 bi DRE:3.11 | R$ 40,80 bi DRE:3.01 | 16,6% |
| VALE3 · mineração | R$ 11,81 bi DRE:3.11 | R$ 213,59 bi DRE:3.01 | 5,5% |
| PETR4 · petróleo | R$ 110,61 bi DRE:3.11 | R$ 497,55 bi DRE:3.01 | 22,2% |
| ITUB4 · banco | R$ 45,85 bi DRE:3.09 | R$ 387,12 bi DRE:3.01 | 11,8% |
| BBAS3 · banco | R$ 16,78 bi DRE:3.11 | R$ 319,46 bi DRE:3.01 | 5,3% |
Baixe a DFP de qualquer uma delas na CVM, pegue as contas de lucro e receita, divida — você chega no mesmo número. Bancos usam a receita de intermediação (o que faz sentido pra um banco), então a reconciliação é ciente do setor; os demais usam a receita de vendas. Valores do último exercício.
Por que às vezes divergimos de outro site (e não é erro)
Uma diferença entre dois sites geralmente não é um estar errado — é uma escolha de método. A nossa está aberta:
- Capital médio vs final: ROE e ROIC usam patrimônio/capital médio (ano atual + anterior ÷ 2), não o saldo final — então não são uma divisão ingênua de um ano só.
- Controladora vs consolidado: dizemos qual cada item usa.
- TTM vs anual: múltiplos trimestrais usam lucro dos últimos 12 meses.
- IFRS 16, goodwill, caixa, imposto excepcional: cada um tratado explicitamente e sinalizado quando distorce.
Os testes mordem? Sim — casos reais que a bateria já pegou
Um teste que nunca falha pode significar dado perfeito — ou teste fraco. Estes nasceram de erros reais que passaram, e hoje reprovam — só aparece o que existe de verdade na bateria coletada acima:
- I-B16 · o P/L = 0 dos bancos: a CVM reporta o nº de ações ora em unidades, ora em milhares (varia por empresa e por ano); o market cap saía 1000× menor e o P/L dava zero. O I-B16 (preço × ações recomputado) pegou — corrigimos 661 múltiplos anuais e 2.027 trimestrais.
- I-B24 · o lucro que sumia: a conta de lucro/PL varia por banco (Itaú 3.09, BB 3.11); se a busca por rótulo falha, o número some em silêncio e o ROE nasce errado. I-B24 faz esse buraco reprovar.
- H-B23 · o dividend yield de 800%: provento antigo na B3 vem com preço não ajustado por desdobramento; sem o H-B23 o yield sairia absurdo como se fosse real. A flag mantém o registro e avisa.
- I-B20 · o furo do COTAHIST 2023: no 1º deploy, o download de um ano de preços falhou em silêncio; a API subiu com ~50 mil preços a menos e a bateria passou, porque nenhum teste olhava cobertura. Criamos o I-B20 — ano sem preço agora reprova o build alto.
- I-B33 · Petróleo e Gás em −89,6% numa semana: o COTAHIST não é ajustado por desdobramento; um split 10:1 lia como −90% de retorno semanal e ficava no acumulado para sempre, sem nada reprovar (um filtro cego de amplitude nem resolveu — só trocou o erro de sinal). I-B33 (nenhuma semana de setor além de ±35%, a régua é a própria bolsa) faz o build parar.
- I-B31 · 364 de 865 semanas do índice setorial congeladas: ao estender a série até 2010, setor sem nenhuma empresa com market cap naquela semana virava fator 1,0 — uma linha reta que o retorno acumulado lia como 'mercado parado', e o retorno 'desde 2010' saía ficcional (+527%). I-B31 reprova qualquer semana repetida ao centavo.
- I-E05 · o P/L de 2010 da EMBRAER com preço de 2025: a busca de preço ponto-no-tempo caía para a frente sem teto quando o ticker atual não tinha preço na época do balanço (troca de código, mudança de classe); o múltiplo saía calculado com um preço 15 anos no futuro, em 22% das linhas anuais e trimestrais, em silêncio. A janela de 45 dias (e o I-E05) barra isso: sem pregão dentro do prazo, o múltiplo não é calculado.
- I-E04 · a AZUL com R$ 1,67 quadrilhão de valor de mercado: o balanço trazia 54,7 trilhões de ações da recuperação judicial, mas o preço usado já estava na base pós-grupamento de 1:150.000 — duas pontas em bases diferentes, market cap errado por ordens de grandeza. I-E04 (valor de mercado nunca maior que o PIB do Brasil) faz esse absurdo reprovar o build.
Até onde vai cada bloco de dado
Aqui não tem asterisco: esta é a cobertura ano a ano, contada agora. Indicadores (ROE, ROIC, margens, crescimento) saem só das demonstrações e cobrem a série inteira. Múltiplos (P/L, P/VP, EV/EBITDA) exigem preço e número de ações — e o nº de ações vem do Formulário de Referência, que quanto mais antigo menos companhia entregou em formato aproveitável. A diferença entre as duas colunas é limite da fonte, não buraco de ingestão. Se você procurar um P/L antigo e não achar, é porque ninguém tem — não porque escondemos. Os mesmos números em JSON: /cobertura.
| Ano | Empresas com indicadores | Empresas com múltiplos |
|---|---|---|
| 2025 | 438 | 294 |
| 2024 | 444 | 297 |
| 2023 | 442 | 298 |
| 2022 | 429 | 295 |
| 2021 | 423 | 298 |
| 2020 | 410 | 275 |
| 2019 | 371 | 165 |
| 2018 | 326 | 166 |
| 2017 | 317 | 162 |
| 2016 | 311 | 152 |
| 2015 | 303 | 143 |
| 2014 | 301 | 141 |
| 2013 | 292 | 130 |
| 2012 | 291 | 112 |
| 2011 | 284 | 97 |
| 2010 | 277 | 34 |
Cobertura ao vivo
455 empresas · 875,986 pontos de preço · 9,467 reapresentações registradas · última atualização 2026-09-22 05:59:47. Contagens completas ao vivo em /saude.
Fontes: CVM (dados abertos, ODbL) e B3 (COTAHIST). Não afiliado à B3 nem à CVM. Não é recomendação de investimento.
Os números desta página são ao vivo. Versão do dado 2026-09-14-etfs · página gerada em 2026-09-22 12:36 UTC. Se isto não bater com o /saude, você está lendo uma cópia em cache.